Projeto Impactar com Arte Wise Madness no JC

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Wise Madness e Prefeitura de Bauru firmam parceria!

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O Projeto Impactar com Arte já existe há 7 anos em nossa ONG, e consiste em apresentações em locais públicos de street-dance, Breaking, RAP, DJ, STOMP, Pirofagia, Teatro, Clown e Esportes Radicais, mas foi na última sexta-feira, 21/Fev, que fechamos parceria com a Secretaria Municipal de Cultura, em reunião onde participaram o Secretário Elson Reis, o Coordenador do Wise Madness, Anderson Ricardo e o diretor da Secretaria da Cultura, Jair Marangoni. O projeto fará parte das ações de descentralização das ações culturais do município, contemplando vários bairros. Nesta parceria firmada com a Secretaria da Cultura, está também o Projeto “Escola com Arte” do Wise Madness (também existente há 7 anos), que consiste de apresentações em escolas públicas de street-dance, Breaking, RAP, DJ, STOMP, Pirofagia, Teatro, Clown e Esportes Radicais.

O objetivo dessas apresentações é fazer com que os alunos coloquem em prática tudo aquilo que aprendem, além de abordarmos assuntos como drogas, violência, entre outros. Os Projetos buscam incentivar os alunos na busca por hábitos saudáveis como arte e esporte e também por princípios de vida.

Os dois projetos são frutos das oficinas que acontecem no Projeto “Nosso Galpão”. O objetivo dessas apresentações é fazer com que os alunos coloquem em prática tudo aquilo que aprendem, além de abordarmos assuntos como drogas, violência, entre outros. Os Projetos buscam incentivar os alunos na busca por hábitos saudáveis como arte e esporte e também por princípios de vida.

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Abaixo as datas e locais das apresentações dos Projetos:

22/Março – Impactar com Arte: Praça localizada junto à Praça Paulino Raphael, Jd América;
10/Abril – Escola com Arte: Escola Ayrton Busch
31/Maio – Impactar com Arte: Rua Salomão Nagib Hadad, Qd 04 (Praça do Panelão);
28/Junho – Impactar com Arte: Praça da Paz
24/Julho – Escola com Arte: Escola Vera Campagnani
23/Agosto – Impactar com Arte: Rua Florentino Alexandrino de Oliveira qd, 05 – Jd Vitória;
11/Setembro – Escola com Arte: Escola Guia Lopes
25/Outubro – Impactar com Arte: Rua Agenor Martins Vieira, qd 01, Núcleo Nova Bauru;
22/ Novembro – Impactar com Arte: Praça Soldado Gilmara Dioli Simões – Núcleo Fortunato Rocha Lima;
19/Dezembro – Impactar com Arte: Praça Rui Barbosa (Fechamento Anual)

 

Fotos da apresentação do Parque Santa Edwirges (22/Fev):

Confira a cobertura completa em nosso Picasa!

Conheça a História do Skate

Você sabe onde e como surgiu o Skate?

Bieelzinho

No início da década de 1960, os surfistas da Califórnia mais ou menos na cidade de Los Angeles queriam fazer das pranchas um divertimento também nas ruas, em uma época de marés baixas e seca na região. Inicialmente, a nova “maneira de surfar” foi chamada de sidewalk surf. Em 1965, surgiram os primeiros campeonatos, mas o skate só ficou mais reconhecido uma década depois.

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Em 1973, o norte-americano Frank Nasworthy inventou as rodinhas de uretano, que revolucionaram o esporte. Um skate passou a pesar por volta de 2,5 kg.

Por volta do ano 1975, um grupo de garotos revolucionou ainda mais o skate, realizando manobras do surf sobre ele. Esses garotos eram os lendários Z-Boys da também lendária equipe Zephyr. Essa equipe era de Venice, Califórnia, lugar o qual chamavam de Dogtown.

zephyr

Em 1979, Alan Gelfand inventou o Ollie-Air, manobra com a qual os skatistas ultrapassam obstáculos elevados e é base de qualquer manobra. A partir disso, o skate nunca mais foi o mesmo. Essa manobra possibilitou uma abordagem inacreditavelmente infinita por parte dos skatistas. Não se pratica street style sem o domínio do Ollie-Air. Tom “Wally” Inouye também foi uma figura importante na história do skate na década de 1970. Ele é mais conhecido pela assinatura de manobras como wall rides e backside airs. Inouye começou IPS (Serviço de Piscina do Inouye) nos anos 1970 e foi um dos primeiros skatistas de piscina.

Wally Inouye

“Forçar” foi exatamente o que levou a suas assinaturas de manobras. No wallride (andar na parede), você anda com o skate pela parede e depois volta para o chão. “Nós todos tentávamos subir na parede. Eu acho que fui o único que conseguiu fazer isso”, disse Inouye. E a manobra passou a ser chamada de wallride e por isso o chamam até hoje de Wally.

O primeiro skatista nipo-brasileiro a chegar no Brasil foi Jun Hashimoto em 1975. O mesmo abriu as portas para três gerações de descendentes japoneses no skate. Nomes importantes como o skatista brasileiro Lincoln Ueda.

Lincoln Ueda

Na década de 1980, um dos revolucionários do esporte, principalmente na modalidade freestyle, foi Rodney Mullen. Rodney desenvolveu várias manobras, como kickflip, heelflip,hardflip, casper, darkslide, rockslide, 50-50, body varial, nollieflip underflip, primo, reemo, varialflip, inward heelflip, 360 flip, fs flip, bs flip, varial heelflip, fs heelflip, bs heelflip etc. Grande parte das manobras atualmente praticadas é derivada dessas manobras. Rodney foi, por diversas vezes, campeão mundial, chegando a ser considerado o melhor e mais influente skatista do mundo na sua modalidade. Outro revolucionário, na modalidade vertical, foi o mito Tony Hawk. Hawk inovou a maneira como os skatistas devem abordar o half-pipe, sempre procurando ultrapassar os limites de criatividade e dificuldade de execução das manobras. No final dos anos 1980, mais exatamente em 1989, Lincoln Ueda, assistido pelo seu pai (que filmava suas voltas para que pudessem aprimorá-las), competiu em Münster, na Alemanha, e faturou o 4° lugar. Despontava o Brasil no cenário mundial. Lincoln Ueda também teve excelentes participações na pista da Domínio Skate Park Atibaia.

Lance Mountain, Tony Hawk and Rodney Mullen
Nos anos 1990, o carioca Bob Burnquist elaborou a última grande revolução no skate: o switchstance vertical. Essa é a técnica de se praticar skate com a base trocada. Já era difundida na modalidade street, mas Bob foi o primeiro a popularizá-la na modalidade vertical. A partir daí, o skate passou a não ter mais “lado”, ou seja, não existe mais o lado da frente nem o lado de trás. As manobras realizadas com pé direito na frente do skate agora também são realizadas com o pé esquerdo na frente. Essa técnica quadruplicou o número de variações possíveis nas manobras. Para um skatista que deseja competir, é imprescindível o domínio de tal técnica. Bob foi o primeiro skatista brasileiro a vencer uma etapa do campeonato mundial de skate vertical, em Vancouver, no Canadá, no ano de 1995. Ninguém esperava, ele apareceu lá e mostrou como se deveria andar de skatevertical dali em diante.

Skatista Bob Burnquist

 

Através da Escolinha de Skate/Roller Wise Madness você também pode aprender este esporte radical, não fique fora dessa!

Reportagem realizada pelo G1 em 04.02.2012

O promotor de Justiça, Enilson Komono, dedica boa parte do seu tempo para trabalho voluntário em Bauru e também em outras partes do país e do mundo. Ele é coordenador da ONG SOS Global, que leva ajuda humanitária a áreas atingidas por catástrofes e desenvolve desde 2006, em Bauru, o projeto Wise Madness, que tem como objetivo a prevenção do uso de drogas entre os jovens por meio da arte e do esporte.

“Nós mantemos um barracão, onde oferecemos todos os dias oficinas diversas. Temos Teatro de Rua, malabares, pirofagia, skate, patins, dança, música, entre outras atividades. O local é aberto para quem quiser participar da iniciativa. Nós temos um trabalho nas escolas públicas, da periferia, onde levamos o projeto e a experiência de vida das pessoas que fazem parte dele”, explica Enilson.

Reportagem G1

 

Atualmente, 60 jovens participam de forma permanente do projeto, a iniciativa é aberta a todos que se identificam com as atividades do grupo. Enilson conta que sempre teve envolvimento com projetos sociais, desde adolescente, mas, hoje, com a independência financeira ele pode desenvolver os seus próprios projetos.

“O mais importante é você poder ajudar no que é possível, orientar esses jovens, incentivar o retorno aos estudos, porque muitos que começam no projeto pararam de estudar, encaminhar para o emprego, para universidade. Enfim, colaborar de alguma forma para mudança de vida e perspectivas dos jovens”, completa.

Reportagem G1O rapper Rodrigo Caetano Faustino é um desses jovens que teve a vida transformada ao participar do projeto. O envolvimento com drogas e o tráfico ficou no passado e hoje ele leva o seu exemplo de superação para os lugares onde apresenta o trabalho do Wise Madness e também onde presta ajuda humanitária por meio da SOS Global. Além disso, atualmente, ele consegue viver da música, da arte que ele desenvolve.

“Um dos fatos marcantes das viagens que fazemos por todo país aconteceu em Santa Catarina, quando fomos fazer um impacto comunitário em 2009. Antes da apresentação na praça de Ilhota, vi um jovem que tinha muita influência sobre os demais e fui conversar com ele.Depois percebi que ele ficou até o fim da apresentação. No dia seguinte, ele contou que comandava o tráfico no local, mas, depois da nossa apresentação e do que conversamos, quis mudar de vida. E mudou mesmo, ele tem um emprego, casou no ano passado”, conta.

Para o músico, a possibilidade de mudar a realidade e colaborar com a mudança na vida de outras pessoas são a prova de que o trabalho voluntário dá certo. “Nós temos contato com jovens da periferia, que ou estão envolvidos com drogas ou estão muito próximos dessa realidade. E quando a gente vê que eles conseguiram superar, estão em uma universidade, estudando, trabalhando, mesmo que seja um único jovem, uma vida que a gente consegue transformar já vale a pena. Isso é o que nos motiva, ver que seu exemplo de vida mudou a realidade de outra pessoa também”, destaca.

Reportagem G1Ajuda humanitária – No mesmo local onde funcionam as oficinas do Wise Madness, há também a filial da SOS Global. A organização tem com missão enviar ajuda na forma de socorro médico, técnico, alimentar, psicológico e espiritual para os locais onde acontecem catástrofes de desastres naturais e, ou humanos (guerra), em qualquer parte do mundo, com grande número de vítimas necessitando de ajuda emergencial.

Enilson explica que em Bauru funciona todo o apoio logístico que precisa ser enviado nessas situações desastres. Ele esteve com equipes para ajudar desabrigados das chuvas em São Luís do Paraitinga em 2010, do Rio de Janeiro em 2011, só para citar as ações mais recentes.

“Aqui nós temos o caminhão, que transporta as doações; também é onde concentramos as doações, fazemos as triagens; todos os equipamentos necessários para essa ajuda como gerador de energia, bomba de água, tudo fica concentrado na sede no barracão. Também quando temos que partir para essas ações sempre nos reunimos e saímos de Bauru”, explica.

A ONG também realiza cursos de formação de voluntários não só em Bauru, mas, também em outras cidades da região. “Sempre que conseguimos reunir um grupo de pessoas interessadas no projeto, nós fazemos esse treinamento, porque quem trabalha em áreas atingidas por catástrofes precisa de uma série de orientações. O voluntário precisa saber como agir em campo, como tratar as pessoas que estão em abrigos, o que deve ou não ser feito, como montar as cestas básicas, a triagem dos alimentos. Tem a parte técnica também do local afetado, como é uma enchente, um terremoto, quais as consequências”, completa.

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Conheça voluntários que fazem a diferença no interior de SP